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quarta-feira, 1 de maio de 2013

domingo, 20 de janeiro de 2013

Festa das chouriças em Querença






Festa das chouriças em Querença, em honra de São Luís, protector dos animais.
Nas zonas do interior algarvio, onde a matança do porco era uma tradição antiga, as famílias engordavam o seu animal que constituia a principal fonte de alimentação ao longo do ano.
Era habitual pedir a Sâo Luís que conservasse o porco em boas condições para sustento de toda a família, realizando-se anualmente a festa de agradecimento.


quinta-feira, 17 de maio de 2012

Dia da Espiga em Salir










Olhando,  em Salir,  o desfile etnográfico.

Dia da Espiga

SALIR - LOULÉ
Segundo o calendário litúrgico, na Quinta-Feira da Ascensão comemora-se a ascensão de Jesus Cristo ao Céu, encerrando um ciclo de quarenta dias após a Páscoa. Mas neste dia celebra-se igualmente o Dia da Espiga ou Quinta-Feira da Espiga. Sobretudo no Sul do País é tradição as pessoas irem para os campos apanhar a espiga de trigo e outras flores silvestres, fazendo ramos simbólicos da fecundidade da terra e da alegria de viver; algumas espigas, geralmente de trigo, simbolizam a abundância, as papoilas, rosas, margaridas e malmequeres a beleza e o ramo de oliveira a paz. Este ramo, em número de combinações variáveis conforme as localidades, pendura-se dentro de casa e aí se conserva durante um ano, até ser substituído pela “espiga” do ano seguinte.
Crê-se que este costume tenha as suas raízes num antigo ritual cristão que consistia na bênção dos primeiros frutos, mas as suas características fazem-no adivinhar origens mais remotas, muito provavelmente em antigas tradições pagãs associadas às festas em honra da deusa Flora que ocorriam por esta altura.
                                                                                                                                    ( CM Loulé )





Olhando a espiga em Salir.

terça-feira, 1 de maio de 2012

domingo, 8 de abril de 2012

Festa das Tochas Floridas





A Procissão da Ressurreição, em São Brás de Alportel, vila do sotavento algarvio, é uma manifestação singular do sentir de um povo.
Ao sabor da fé, em cada domingo de Páscoa, cobre-se de flores o chão e ergue-se a tocha ao alto, ao ritmo do refrão, em honra a Cristo ressuscitado.
“Ressuscitou como disse! Aleluia, Aleluia, Aleluia!” Este é o grito que ecoa pelas ruas, cobertas de flores. A vila está engalanada, as varandas são enfeitadas, com bonitas colchas. O dia é de festa!
                                                                                      Câmara Municipal de S. Brás Alportel

 Para obter mais informação, nota histórica, aqui



Festa das Tochas Floridas






A Procissão da Ressurreição, em São Brás de Alportel, vila do sotavento algarvio, é uma manifestação singular do sentir de um povo.
Ao sabor da fé, em cada domingo de Páscoa, cobre-se de flores o chão e ergue-se a tocha ao alto, ao ritmo do refrão, em honra a Cristo ressuscitado.
“Ressuscitou como disse! Aleluia, Aleluia, Aleluia!” Este é o grito que ecoa pelas ruas, cobertas de flores. A vila está engalanada, as varandas são enfeitadas, com bonitas colchas. O dia é de festa!
                                                                                      Câmara Municipal de S. Brás Alportel

domingo, 8 de janeiro de 2012

Charolas


Olhando, em Tavira, a Charola da Banda Musical de Tavira e da Casa do Povo da Conceição de Faro
Canto religioso,  denominado Canto Velho.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Dia dos Reis Magos





 Olhando, na Biblioteca António Ramos Rosa , a charola "A Democrata" da Bordeira.
Canto profano, denominado Canto Novo.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Lenda da Moura Encantada



 Pela primeira vez foi encenada a Lenda da Moura Encantada no castelo de Tavira .Segundo o que Estácio da Veiga publicou no seu Romanceiro do Algarve:

«Eu penso que este romance é allusivo a uma muito arreigada crença, de que na cidadella mourisca da cidade de Tavira, reedificada em 1311 por el-rei D.Diniz, da meia noite da véspera para a madrugada do dia de S. João, apparece sobre o terrado da muralha uma formosa moura, requerendo de amores um cavalleiro que possa quebrar-lhe o encanto»


Daqui a 12 luas então esperaremos novamente o encontro.

S.João em Tavira





Olhando a noite de S.João em Tavira: segundo o antropólogo Aurélio Lopes, a noite é mágica e prodigiosa, porque é um tempo solsticial de dominância solar, de hegemonia da luz e do calor, dando origem a atitudes festivas.


Marcha da Banda Musical de Tavira com o tema: a lenda das amendoeiras em flor.


Marcha de Santa Catarina da Fonte do Bispo com o tema: telheiros e lagares