segunda-feira, 9 de julho de 2012
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Tomilho
Olhando e sentindo o aroma perfumado do Tomilho de Creta ( Thymbra capitata).
Trata-se de uma planta lenhosa, aromática, muito ramosa, geralmente peluda, com flores arroxeadas que se concentram na parte terminal dos caules, dando origem a uma densa inflorescência capitada, daí o nome cientifico.
O seu intenso aroma provém de glândulas localizadas nas folhas que libertam óleos essenciais ricos em moléculas do grupo dos terpenos e fenóis. Por ser uma planta aromática, as folhas e os caules são utilizados como condimento em diversos pratos da cozinha mediterrânica, principalmente como tempero de carnes e saladas.
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Lestes viridis
Olhando, na Ribeira da Asseca em Tavira, a Libelinha (Lestes viridis).
Trata-se de uma libelinha da família Lestidae, distinguem-se facilmente, porque, quando pousadas, ficam com as asas abertas ao contrário do que é característico das libelinhas.
A cor dominante do corpo é o verde ou o bronze com reflexos metálicos. As fêmeas são ligeiramente mais pequenas que os machos.
Tem um comportamento muito discreto, surge quase apenas em zonas muito sombrias, no meio da vegetação.
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Ana Belén y Victor
No sé por qué te quiero
Será que tengo alma de bolero
Tú siempre buscas lo que no tengo
Te busco en todos y no te encuentro
Digo tu nombre cuando no debo
No sé por qué te quiero
Si voy a tientas, tú vas sin freno
Te me apareces en los espejos
Como una sombra de cuerpo entero
Yo me pellizco y no me lo creo
Si no me hicieran falta tus besos
Me tratarías mejor que a un perro
Piensa que es libre porque anda suelto
Mientras arrastra la soga al cuello
Querer como te quiero
No va a caber en ningún bolero
Te me desbordas dentro del pecho
Me robas tantas horas de sueño
Me miento tanto que me lo creo
Si no me hicieran falta tus besos
Me tratarías mejor que a un perro
Piensa que es libre porque anda suelto
Mientras arrastra la soga al cuello
Querer como te quiero
No tiene nombre ni documentos
No tiene madre, no tiene precio
Soy hoja seca que arrastra el tiempo
Medio feliz en medio del cielo
Será que tengo alma de bolero
Tú siempre buscas lo que no tengo
Te busco en todos y no te encuentro
Digo tu nombre cuando no debo
No sé por qué te quiero
Si voy a tientas, tú vas sin freno
Te me apareces en los espejos
Como una sombra de cuerpo entero
Yo me pellizco y no me lo creo
Si no me hicieran falta tus besos
Me tratarías mejor que a un perro
Piensa que es libre porque anda suelto
Mientras arrastra la soga al cuello
Querer como te quiero
No va a caber en ningún bolero
Te me desbordas dentro del pecho
Me robas tantas horas de sueño
Me miento tanto que me lo creo
Si no me hicieran falta tus besos
Me tratarías mejor que a un perro
Piensa que es libre porque anda suelto
Mientras arrastra la soga al cuello
Querer como te quiero
No tiene nombre ni documentos
No tiene madre, no tiene precio
Soy hoja seca que arrastra el tiempo
Medio feliz en medio del cielo
terça-feira, 3 de julho de 2012
Limoniastrum monopetalum
Olhando, na Ria Formosa, o Limoniastrum monopetalum.
Trata-se de um arbusto que pode atingir até 2 metros de altura, muito ramificado, folhas carnudas e flores numerosas de cor rosada a lilás.
Cresce em sapais altos , zonas alagadiças salgadas, salinas e lugares pedregosos do litoral.
É muito ornamental por ter um longo período de floração, de Abril a Setembro, e pode ser usado em jardins da beira mar, sendo muito resistente à salinidade e à exposição ao sol.
Em Portugal continental tem uma distribuição circunscrita ao Algarve.
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Maçarico de bico direito
Olhando, nas salinas de Tavira, o Maçarico de bico direito (Limosa limosa).
Com a sua plumagem de Verão o Maçarico de bico direito torna-se mais escuro com uma cor vermelho ferrugíneo, sendo a fêmea um pouco mais clara.
Trata-se de uma ave aquática com bico comprido e direito, barras brancas largas nas asas e base branca na cauda.
domingo, 1 de julho de 2012
Provérbios sobre a Lua
A Lua alumia mas não aquece
A Lua é calma e tem vulcões no seio
A Lua é mentirosa: quando diz que desce, cresce; quando diz que cresce,
desce
A lua e o amor, quando não crescem, diminuem.
A Lua, onde está, logo aparece
Arco na Lua, chuva na rua.
Lua cercada, terra molhada.
Lua deitada, marinheiro em pé.
Lua manchada, bonança assegurada.
Lua posta, baixa-mar na costa.
Lua, a de janeiro e amor, o primeiro.
Pelas luas se tiram as marés.
Lua com circo, água no bico.
Lua com círculo e estrelas dentro, ou chuva ou vento.
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