sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Provérbios sobre o vinho




“Vinho e amigo, o mais antigo.”
“O vinho alegra o coração.”
“Com vinho mau faz-se vinagre bom.”
“Mulher e vinho enganam o mais fino.”
“Vinho, mulheres e tabaco põem o homem fraco.”
“Vinho verde em Janeiro é mortalha no telheiro.”
“Vinho e medo descobrem o segredo.”
“Porco fresco e vinho novo, cristão morto.”
“Homem corajoso e bom vinho duram pouco.”
“De vinho abastado, de razão minguado.”
“Carne de hoje, pão de ontem e vinho de outro Verão fazem o homem são.”
“Aceita sem receio azeite do cimo, mel do fundo e vinho do meio.”
“Enquanto o vinho desce, as palavras sobem.”
“O pão pela cor, o vinho pelo sabor.”

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

31 de Janeiro

Recordando a revolta do Porto de 31 de Janeiro de 1891.
Revolta republicana apoiada pelo partido republicano e desencadeada como resposta ao Ultimatum Inglês de 1890.
Os portuenses adeptos da liberdade e da república tentaram um levantamento militar na madrugada  do dia 31 de Janeiro de 1891, foi prontamente liquidado e só viriam a festejar a implantação da República em 5 de Outubro de 1910.



segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Chaminé algarvia




Olhando chaminés algarvias.
Antigas ,bem tratadas, ativas e deslumbrantes.
Como dizia Prof. Leite Vasconcelos e Prof. Orlando Ribeiro " Com alguns tijolos e um pouco de cal foram edificadas verdadeiras obras de arte, leves e rendilhadas, sobre os telhados algarvios".

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Ruas com nome de poetas




Amor  Nascente
Não caibo no meu peito, de feliz.
Minha alegria irrompe, vem  p'ra fora.
Estou (dizem-me) feita uma senhora.
Bem haja o Criador que assim o quis.

Olha um homem p'ra mim e, se me diz
seja o que for, a minha face cora…
Quinze anos… Pois que mal vos fiz agora,
Minhas duas amigas, que mal fiz,

P'ra serem contra mim, sempre ao contrário:
«Já viram? a Maria do Rosário,
«Tão nova, a namorar, não tem preceito!»

…Quinze anos, tró-ló-ró, que vão à fava:
Trago no peito uma rolinha brava,
Trago um frémito de asa no meu peito…
                              Emiliano da Costa, Rosairinha



ELES,OS RÚSTICOS

Sol. Domingo. Olha a moça casadeira

Com a sombrinha aberta perluxando:

- Ela, que leva os dias  labutando

No campo, hoje detesta a soalheira!



- E ele, com o seu bouquet, essa algibeira
Onde está o lencinho esvoaçando,
O berloque da libra subornando,
E (sendo analfabeto) a lapiseira!...

  Sombra e sol. Vai a rua em duas cores
Ardentíssimas, uma paralela
À outra, faxa azul, faxa amarela…

O sol e a sombra ! Afogueando amores,
Apesar da caneta e dos flavores
Da libra, a sombra é ele, o sol é Ela!
                                                Emiliano da Costa, Rosairinha


Augusto Emiliano da Costa nasceu em Tavira  a 31 de Dezembro de 1884, onde o pai era militar e morreu em Estoi a 01 de Janeiro de 1968, onde vivia.
Nasceu poeta e fez-se médico.
Emiliano da Costa é um puro algarvio, apaixonado da luz, da cor, do sol, da terra, do mar e da paisagem.
Ao poeta da vida e da reflexão não passava despercebida a maneira de ser e sentir do povo da sua terra.
As suas obras principais são: Helianthos, Phlogistos, Rosairinha, Elitros, Apontamentos e Intimidades.
Foi tema da tese de Mestrado da Drª. Maria Gabriela Sousa e Silva publicada em livro "O olhar, a escuta e o sentir" em Emiliano da Costa.
 


terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Pavão azul (Pavo cristatus)






Olhando, na Alameda João Deus em Faro, o Pavão azul (Pavo cristatus).
O pavão azul é uma ave de grande porte, com origem na Índia, onde já foi considerado um animal sagrado e ainda é a ave nacional da Índia.
O pavão azul é considerado uma ave ornamental, podendo ser encontrada  em ambientes públicos como parques e jardins.
O macho tem pescoço azul, com longas penas a cobrir a cauda formando uma armação incrivel com "olhos" hipnotizantes de múltiplas cores e servem para impressionar as fêmeas durante os rituais de acasalamento.
A fêmea tem pescoço em tom verde, com resto das penas cinza, costumam ser mais discretas e isto inclui a sua plumagem de cores menos intensas, mas igualmente de grande beleza.



domingo, 20 de janeiro de 2013

Festa das chouriças em Querença






Festa das chouriças em Querença, em honra de São Luís, protector dos animais.
Nas zonas do interior algarvio, onde a matança do porco era uma tradição antiga, as famílias engordavam o seu animal que constituia a principal fonte de alimentação ao longo do ano.
Era habitual pedir a Sâo Luís que conservasse o porco em boas condições para sustento de toda a família, realizando-se anualmente a festa de agradecimento.